UERN: A CRITICA PERTINENTE DOS LEITORES
Da Redação
A Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) continua dando o que falar…
Sem comentários, transcrevemos a seguir e-mail de um leitor que se identifica como Nicodemos, cuja identidade preservamos para que não venha sofrer retaliações. Ele comenta matéria escrita por Franklin Jorge sob o titulo “UERN: UM CASO DE DESRESPEITO À LEI”, publicada aqui recentemente, após uma rápido conversa do jornalista com o promotor Eduardo Medeiros.
A acrescentar, apenas, que na próxima terça-feira vamos agendar entrevista com o delegado do Ministério do Trabalho em Mossoró, que está devendo explicações à opinião pública, por sua contumaz conivencia com uma situação, sob qualquer aspecto, escandalosa. Afinal, como bem colocou o jornalista, “a UERN é reincidente” e se beneficia da complacencia das autoridades legalmente constituidas para aplicar a lei contra os contraventores. Ganham para isto às custas dos nossos impostos.
Leiamo-lo, pois suas palavras expressam a opinião de muitos:
“Meu caro Jornalista Franklin Jorge, este texto que acabo de ler merece um destaque especial em seu blog. (Admiro sua desenvoltura na tecelagem textual). Ele nos mostra que a imprensa deve se colocar, incondicionalmente, a serviço da cidadania. Porém, o que vemos, na imprensa formal, são informações tendenciosas que favorecem a interesses particulares.
“Um representante do poder executivo não precisa saber de onde vem certas informações ou denúncias sobre um determinado fato. O que importa saber é se o fato, de fato, existe. Todos nós sabemos, e o Ministério Público do Trabalho sabe mais do que nós, que existem muitas irregularidades de fórum trabalhista na UERN.
Esse argumento que você apresentou do promotor do Ministério Público Estadual, deixa, bastante claro, que ele sabe mais do que qualquer um de nós sobre as irregularidades contratuais na UERN. O que ele disse significa: “Sei disso! Eu mesmo verifiquei o fato! Estou chateado porque essas informações vazaram para a sociedade via esse seu blog!!!!! Mas, mesmo assim, esse povo que você fala ainda não demonstrou força suficiente que me obrigasse a cumprir com o meu dever e isso é, exatamente, o que eu não quero fazer!!”
“Outro ponto interessante é que, em um determinado local em seu texto, encontra-se a palavra negligência que a tomei por eufemismo. A essas alturas, quer dizer, 18 anos após, esta palavra já, há muito, tornou-se descontextualizada. Esse novo contexto exige a substituição de negligência pela expressão conivência (e) por complacência (comprazer, agrado). Ora, 18 anos para um viciado, é um estado patológico bastante avançado e quase irreversível!!! Ou seja, já é uma afirmação de caráter. Foi bem colocada a seguinte expressão: “A UERN é reincidente”.
“Além disso, é pura verdade quando você menciona o fato de que o cidadão se sente reservado ou, mais enfaticamente, constrangido e apreensivo em fazer, diretamente, uma determinada denúncia. O medo é um sentimento universal. Qualquer um de nós, por mais hediondo que seja o crime testemunhado, sentimos uma certa apreensão quando precisamos nos revelarmos fazendo denúncias. Claro, uns mais, outros menos. Portanto, caro jornalista, sua colocação foi bastante pertinente. Quando alguém se expõe sem maiores reservas já é porque a situação extrapolou os limites e as pessoas decidiram agir com plena consciência das possíveis conseqüências do confronto, como é o caso das revoluções, por exemplo.
“Para finalizar, gostaria de deixar, bem claro que, logo que tomei ciência das irregularidades na UERN através deste blog, procurei o site do Ministério Público do Trabalho para denunciar estas irregularidades. Mas não o fiz, exatamente porque não me senti seguro quanto ao serviço que iria prestar a sociedade potiguar, pois, para isso, até o número residencial deve ser revelado. Minha conclusão: isso é uma forma de inibir o público a fazer denúncias. Eles não estão interessados nisso. Mas fingem que estão para tentar justificar a existência de um órgão mantido financeiramente, assim como a UERN, pelo erário.
“Senhores promotores, seus verdadeiros colaboradores e defensores são o povo!!!”
De UERN: UM CASO DE DESRESPEITO À LEI, 06/09/2009, 11:53
6 de setembro de 2009 às 19:33
Nicodemos deu uma verdadeira aula àqueles que dewviam fiscalizar e aplicar punir is infratores que fazem da Uern, nessa atual adminsitração, um verdadeiro carnaval que agride a lei e faz desanimar os ciadadãos da eficácia da lei. É alguém que sabe o que diz e cobrar resultados do promotor de Defesa do Patrimônio Públuico e do Delegado Ministério do Trabalho em Mossoró, uma figura anonima que até o momento não deu o ar de sua graça… Não sei o que seria daqueles legalistas que lutam por uma Uern decente sem a ajuda deste Blog que tem sido a tribuna certa na defesa de principios que as próprias autoridades desrespeitam e ignoram, pois têm fé, não na justiça que devia valer para todo mundo, mas na impunidade! Parabéns, Franklin Jorge, por ter essa coragem que falta a muitos potiguares. Não sei o que seria da Uern se não pudéssemos contar com o seu senso de justiça. As coisas seriam bem piores. Ora se não seriam! Esses 112080 acessos provam que você está seguindo a trilha certa, ficando do lado da lei e daqueles que sofrem injustiça.
6 de setembro de 2009 às 19:46
Parabéns pelos acessos.
6 de setembro de 2009 às 20:18
Parabéns, Franklin Jorge, por enquadrar esses malfeitores. Estamos lendo o seu Blog e torcendo por seu êxito!
6 de setembro de 2009 às 20:42
Estou acompanhando com interesse esses noticiarios sobre a UERN. Quero ver o que o promotor tem a dizer sobre o assunto.
6 de setembro de 2009 às 22:11
Nicodemos falou e disse!
7 de setembro de 2009 às 11:52
Pois bem, meu caro Franklin,
Eu fiquei sabendo das irregularidades trabalhistas na UERN e fiz a denúncia no site do MP, colocando inclusive meu nome, endereço e email. Como cidadão faço isso sem problemas. Devemos agir assim, se quisermos acabar com essa bandalheira que corre solrta no serviço público do nosso Estado.
E realmente, a UERN é reincidente, e esse promotor é conivente com isso, devia ser demitido a bem do serviço público.
7 de setembro de 2009 às 14:50
Dizer que a Administração da UERN já começou, em partes, a cumprir o TAC - Termo de Ajustamento de Conduta (estranho, parece coisa para delinqüentes) é mais uma daquelas mentiras cabeludas. Os concursos públicos anteriores foram, simplesmente, para suprir novas vagas, como essas para os novos Núcleos. A prova disso é que (para a vantagem dos “provisórios” que sempre se submetem à esses concursos) os “provisórios que não foram aprovados, não foram substituídos. Beriosca, por exemplo, não foi aprovada em dois e continua como secretária na Reitoria.
Agora, eu acho que tanto o Reitor quanto o Vice não sabem disso. Pois, se trata de homens seriíssimos, digníssimos, magníficos. Eles nem sequer desconfiam disso.
7 de setembro de 2009 às 15:01
Concordo com o Ricardo, mas os fatos não nos deixa ignorar os efeitos colaterais que nos causa grandes transtornos.
Pelo que vejo aqui o que se deve fazer é denunciar o próprio MPT. A que situação chegamos!!!!
7 de setembro de 2009 às 19:18
Tem razão, a Uern não toma jeito! A governadora devia puxar as orelhas de toda essa cambada. A cobertura está muto boa, mostrando que uma universidade também pode dar lições de safadezas, quando devia estar formando os jovens e ajudando a melhorar o nivel cultural de todos.
7 de setembro de 2009 às 21:36
Quem disse que a governadora vai puxar a orelha de alguém? Será que ela não é beneficiada por esse cabide de empregos em que se transformou a universidade do Estado? Lembro bem da eleição passada… O empresário Milton Marques, depois daquela encenação de “não sei se vou para a reeleição”, ficou para marcar o terreno do PSB, partido dele e da governadora. Toda essa bagunça na UERN é sustentada pelo PSB, tem muito político no Estado, pricipalmente em Mossoró, com empregos “carimbados” na UERN. A governadora é só uma das beneficiadas. Não vamos esquecer de Sandra Rosado, Larissa Rosado, Lairinho Rosado e outros.
7 de setembro de 2009 às 21:52
Pobre Uern! Pobre Mossoró! Pobre RN!
8 de setembro de 2009 às 8:44
Absurdo é um candidato fazer provas para nível médio (Agente Admistrativo) em uma cidade menos concorrida e exercer suas funções em nível superior – TNS (Técnico de Nível Superior) em Mossoró. Mas como é que um absurdo desse pode acontecer?
Isso é coisa do Aecio. Seja lá de quem for, os órgãos competentes tem que dar uma explicação. Agora, só não dá para negar os fatos, Veja:
Uern divulga resultado final de aprovados
http://www2.uol.com.br/omossoroense/310307/conteudo/cotidiano4.htm
CAMPUS DO SERIDÓ - CAICÓ
SETOR ADMINISTRATIVO
ÁREA: AGENTE ADMINISTRATIVO (04 VAGAS)
Francilúzia Araújo
Aníbal de Souza Mascarenhas Filho
Ridágna Zulmira de Almeida
Andréia Vieira Régis
Maria Doralice de Mesquita
Brígida Lima Candeia
Caro jornalista, uma vez numa audiência com o delegado do Ministério do Trabalho em Mossoró é importante pedir a ele que exija da Administração da UERN uma maior transparência das atividades políticas para que não haja uma má interpretação dos fatos. Tenho boa fé no delegado de Mossoró e desejo boa reportagem. Tenho esperança de que essa Universidade ainda será um motivo de orgulho para nossa região. SUCESSO !!!!!!
Ps se tiver havendo alguma má interpretação, é porque não está havendo transparência quantos as atividades políticas dessa Administração.
8 de setembro de 2009 às 18:15
Corruptos, corruptos, larápios do dinheiro público, prevaricadores, etc, etc, etc: é a patota de Milton Marques, hoje um exemplo de homem perigoso para o serviço público.
11 de setembro de 2009 às 8:53
Caro jornalista, como ficou o agendamento com o delegado do Ministério do Trabalho aqui em Mossoró? O Nelson colocou algumas evidências de corrupção incontestáveis. Bastante flagrantes. O que o delegado tem a dizer quanto não só a esta mas muitas outras questões de irregularidades contratuais, como, por exemplo, a recontrataçâo dos mesmos servidore por mais de dois anos? Outra questão seria porque que certos cidadão podem reinciderem em práticas inconstitucionais e/ou nelas permanecerem sem NENHUMA consequencia legal enquantos outros preenchem repetidamente páginas de jornais mostrando a atuação da justiça? São questôes que gostaríamos de ouvir diretamente daquelas pessoa que, volutariamente, resolveram ocupar cargos que lidam DIRETAMENTE com a defesa a aplicação da justiça.
16 de setembro de 2009 às 23:30
Parabéns pelo grande interesse em, pelo menos tentar, despertar a sociedade mossoroense para os longos anos de descaso da UERN com seus cargos pra lá de apadrinhados! Um dos comentários que mais me chamou atenção é sobre a UERN vir por baixo dos panos, ação, ao que parece, corriqueira em sua história, preparando seus funcionários provisórios. Tendo já repassado com total antecedência o Conteúdo do Programa do Concurso para que seus apadrinhados tenham vantagens sobre os demais. A verdade esperada é: que esse concurso acontecerá no momento oportuno para eles (funcionários provisórios). O que temos que procurar é encontrar fontes certas onde possomos buscar também esse Conteúdo Programático do Concurso e fazer vasá-lo pelo meio mais rápido de comunição: A internet.