INTERNET DÁ VISIBILIDADE A LUTA DE ARTISTAS

Por Franklin Jorge

O poder de mobilização da Internet já não pode ser subestimado. Mídia simples, democrática por excelencia, ocupa já um espaço considerável na vida das pessoas. São 66 milhões de brasileiros conectados, acompanhando a vida através da tela do computador.

Embora se debata com o problema da qualidade, pois grande parte do conteúdo veiculado na blogosfera deixa muito a desejar, grandes nomes do jornalismo impresso migraram para esta nova mídia que a cada dia se fortalece, do ponto de vista político, influindo inclusive nos atos do governo. Na América, teve papel importantíssimo na eleição do presidente Barack Obama e, agora, alguns meses depois, já começa a descartá-lo como o resultado de uma escolha equivocada, marcada pelo emocionalismo que caracteriza as campanhas populares.

Aqui, não é diferente. A Internet está contribuindo para fortalecer a luta dos artistas contra instituições que os espoliam e boicotam seus interesses. Refiro-me ao movimento teatral que se prepara para ocupar amanhã as dependências da Fundação José Augusto, em protesto pelo descaso do governo do estado que premiou vários grupos, mas não pagou os valores correspondentes.

Há pouco recebi e-mail de agradecimentos da Tropa Trupe Cia. De Arte, que organiza o ato, cujo manifesto divulguei nesta página.

Eis um trecho, que diz tudo:

“(…) Diante da mobilização virtual, conseguimos pautas em jornal impresso (TN e JH) e um link ao vivo no Bom dia RN.
Convidamos mais uma vez os grupos que confirmaram que estejam presente no horário combinando (7h30) para fazermos essa entrevista coletiva”.

2 comentários para “INTERNET DÁ VISIBILIDADE A LUTA DE ARTISTAS”

  1. Abel Lima - Nova Parnamirim disse:

    Franklin, estamos sabendo que você está voltando a Natal para trabalhar num jornal que está surgindo com força total, para fazer o jornalismo que a gente gostaria de ler. Seja bem vindo! Sei que você vai dar o melhor de si, ajudando a melhorar o nivel da cultura local que está de fazer vergonha. A prova está nas pessoas escolhidas para ocupar cargos de direção na Capitania das Artes (Cesinha Revoredo) e FJA (o “beradeiro” e “tabaréu”, como você costuma chamar, Crispiniano Neto). Por esses, tira-se o resto: lixo! A FJA e a Funcarte se transformaram em lixeiras.

  2. Luana Godeiro disse:

    Adeus, sossego dos mediocres! V. vem messsssssssssssssmo?

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