Arquivo da Categoria ‘Denúncia’

SINDJORN CONTRA JOSÉ AGRIPINO

domingo, 15 de novembro de 2009

Prezados colegas.

 

SENADOR JOSÉ AGRIPINO MAIA É CONTRA A PEC DOS JORNALISTAS

 

No site da Federação Nacional dos Jornalistas – www.fenaj.org.br, do lado direito, tem o placar da Proposta de Emenda Constitucional e Cidadania – PEC 33/09 (na cor azul – com o título acompanhe o placar do diploma na CCJC do Senado), que deverá ser votada na próxima quarta-feira, dia 20.

 

Nesse placar 21 senadores são a favor; 20 estão em dúvida e 04 são contra. Ao abrir, mostra a foto dos políticos, o Partido e o endereço eletrônico de cada um dos 45 membros que compõem a CCJC.

 

O único parlamentar do Rio grande do Norte que faz parte da CCJC como suplente, tem direito a voto e já afirmou sr contra a aprovação da PEC dos Jornalistas, é o senador José Agripino – DEM/RN

 

Envie um e-mail para os “nobres” senadores, em especial o senador José Agripino – jose.agripino@senador.gov.br, repudiando e mostrando sua indignação. Lembre que você, como jornalista, também é eleitor. Lembre também na próxima eleição, quando José Agripino precisar do seu voto e de milhares de norte-rio-grandenses para tentar se reeleger, que ele foi contra a aprovação da PEC que vai resgatar a exigência do diploma para o exercício da profissão.

 

Conto com a atenção de todos os jornalistas que defendem o diploma, encaminhando essa notícia para sua lista de amigos. Como também, envie e-mails, divulgue essa notícia em seu blog, coluna ou tiwitter, para que todos saibam e lembrem sempre, que o senador José Agripino é contra a PEC do diploma.

 

Faça a sua parte e lute pela defesa do diploma. Se cada um, entre os mais de 1000 jornalistas do Rio Grande do Norte, fizerem um trabalho de pressão e cobrança junto ao senador José Agripino, acredito – com toda boa vontade - que ele talvez venha a repensar a sua posição, o seu voto. Talvez até venha a sentir vergonha e constrangimento em ser contra PEC e os jornalistas diplomados do RN.

 

Atenciosamente,

Nelly Carlos Maia

Pte. Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte - Sindjorn    

A ÚLTIMA DA UERN

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Por Franklin Jorge

Natal - A Universidade Estadual (UERN) está administrando o Pro-Jovem, programa social do governo federal, desde 2008, quando promoveu concurso público para contratar professores e pessoal administrativo.

Até aí, tudo bem. Entende-se que uma universidade tenha capacidade para administrar projetos, pelo menos é o que acontece noutras instituições do genero.

Porém, cumprindo a sina de meter-se em situações duvidosas, a UERN começou atrasando em tres meses o pagamento das pessoas que haviam passado no concurso, realizado em dezembro de 2008, e por isso tiveram direito a uma verba de R$ 1.000 durante o treinamento, dinheiro pago tres meses depois da conclusão do aprendizado.

Mas o mau costume tornou-se rotineiro e os salários, propriamente ditos, sempre foram pagos irregularmente, ao contrário do que manda a lei que estabelece uma data certa para pagamentos, geralmente, no serviço público, até o quinto dia do mes seguinte. Durante todos esses meses, apenas o mes de junho foi pago nesse dia. E, embora agosto já esteja chegando ao fim, o mes de julho ainda nao foi pago nem há previsão. Em meses anteriores o pagamento variou: em uns foi pago no dia 20, noutros no dia 25 ou 30 do mes seguinte.

Por que?

Perguntam-se com justa razão os funcionários do Pro-Jovem que não tem a quem apelar, mas desconfiam que o atraso não é do governo federal.

A única certeza que têm é que o problema vem se agravando, pois a má administração do Pro-Jovem péla UERN não se limita apenas à irregularidade do pagamento dos salários, mas ao verdadeiro calvário burocrático a que se submetem todos os meses: tirar certidões negativas para provar que não devem nada aos governos federal e estadual. Uma verdadeira penitencia que põe em destaque o espirito burocrático da administração.

No plano fisico, o projeto também funciona mal. Está instalado em dependencias do CAIC de Parnamirim. Todos reclamam que não há banheiros para professores e alunos e as salas destinadas as aulas estão em petição de miséria. Como se vê, são péssimas as condições de trabalho.

As reclamações se estendem, ainda, à coordenadora administrativa do projeto, de nome Fátima, que é a inação em pessoa e uma verdadeira nazista para cobrar dos servidores e nenhuma capacidade para solucionar problemas. É uma autentica “Pai João” (como costumam dizer dos preguiçosos nossos vizinhos os cearenses).

UERN TAMBÉM TEM “ATOS SECRETOS”

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Por Franklin Jorge 

Mossoró – Mais um escândalo bombardeia o telhado de vidro da Universidade Regional do Rio Grande do Norte (UERN). Trata-se agora de “atos secretos”, alguns deles produzidos muito antes do Senado Federal dar este mau exemplo que se tornou objeto de comentários da imprensa internacional.

Em Mossoró, a prática seria mais antiga e está sendo investigada pelo Ministério Público que está passando um minucioso pente fino sobre o assunto que deixa o atual e outros ex-reitores da UERN de calças curtas.Segundo nota publicada no blog do professor José Ronaldo, assinada pelo seu colega Francisco Piolho, ambos do Departamento de Física da UERN, é muito provável que dezenas de empregos tenham sido criados através de portarias que simplesmente não tiveram documentação formal. Tudo ao arrepio da lei, sem fazer inveja ao Senado.

A noticia repercutiu, embora timidamente, na imprensa mossoroense e mereceu registro do blogueiro Carlos Santos, que assina uma das publicações mais lidas e de maior influencia da blogosfera.

Na sua coluna Opinião, publicada no jornal O Mossoroense (09/07), o jornalista Emery Costa repercutiu o post da Coluna do Herzog sobre os possíveis “atos secretos” na UERN. Ele escreveu o seguinte:

 Atos Secretos“Leio Carlos Santos informando que os tais atos secretos foram detectados na Uern. Segundo o tão lido blogueiro, o Ministério Público já está de posse de levantamento desses tais atos que alcançam período mais remoto da gestão da entidade. Não é coisa dos tempos atuais. Retroage no tempo e no espaço.

“Nomeações

“Ainda segundo Carlos Santos, o que ocorreu na Uern é coisa de fazer inveja aos senadores. Os atos secretos foram utilizados em demasia e, por esse meio, teriam sido feitas dezenas de nomeações. Carlos Santos acrescenta que o Ministério Público já estaria de posse de dados irrefutáveis nesse sentido.

Esse assunto, que desponta de forma ainda acanhada na imprensa, deverá render um bocado.”

 

 

 

 

É mais um escândalo duma série que parece interminável e que expõe a nossa universidade estadual ao severo julgamento da opinião pública. E tudo começou durante o recente processo eleitoral, quando esta publicação “O Santo Oficio” passou a investigar a UERN a partir de denuncias envolvendo o seu atual vice-reitor, o professor doutor Aécio Cândido, que tem se conduzido de maneira questionável em diversos aspectos, a começar pela validade do seu titulo de “professor doutor”, o primeiro obtido, sem defesa de tese, numa universidade do Canadá. Desde então, as denuncias se sucedem de maneira progressiva e inquestionável, como a existência de “contratos provisórios” que duram já há 18 anos.

 

 

 

UERN: falta segurança no Núcleo de Umarizal

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Transcrito do Blog do Prof. José Ronaldo


Os alunos do núcleo da UERN em Umarizal estão sem aulas. Os professores paralisaram suas atividades em função da falta de segurança na viagem para aquele núcleo. Os docentes já foram vítimas de três assaltos, tendo o último ocorrido na quinta-feira 07/05.Assaltos a carros da UERN naquela região têm sido freqüentes. Os assaltantes já chegaram a atirar contra um carro que transportava professores do Campus de Pau dos Ferros.

Para retornarem às suas atividades os docentes exigem que sejam tomadas medidas que garantam uma viagem segura. Outra opção é a disponibilidades de um local para que eles possam pernoitar em Umarizal.

 

DOROTHÉE DENUNCIA EDITORA UNESP

segunda-feira, 23 de março de 2009

Da Redação

A tradutora profissional Dorothée de Bruchard, em e-mail enviado a esta página em 22 de março, referindo-se ao artigo de Franklin Jorge sobre o filósofo francês Vauvernagues aqui publicado, esclarece que não é a autora da tradução mas o seu irmão Hely de Bruchard, já falecido.

Sua denúncia é muito grave, pois envolve uma editora de prestigio no meio acadêmico, a UNESP, que fica devendo assim esclarecimentos à opinião pública e uma satisfação a Dorothée, vitima da má fé de uma instituição que devia pautar-se pela transparência e respeito devido aos direitos do autor.

Abaixo transcrevemos na íntegra a correspondência:

Dorothée de Bruchard disse: 22 de março de 2009 às 10:03  – “A tradução das Máximas de Vauvenargues não foi feita por mim, e sim por meu irmão, HELY DE BRUCHARD, falecido em 1991, aos 25 anos. Pela antiga editora Paraula, publiquei sua tradução (edição bilíngue, 1993), como forma de honrar sua memória.


“Quando a Editora Paraula encerrou as atividades, em 2000, a editora da UNESP interessou-se em reeditar a obra - feliz por perpetuar o trabalho do meu irmão, cedi-lhe os direitos da tradução.
Em 2007, era publicada a edição da Unesp que você menciona.

“A edição da Paraula, tal como traduzida por Hély, seguia a edição francesa revisada e aprovada por Vauvenargues antes de morrer. A Unesp optou por reinserir as máximas que haviam sido eliminadas pelo autor, pedindo a Fulvia Moretto que fizesse a tradução e o prefácio.

“E, EQUIVOCADAMENTE, atribui a mim a tradução. Apesar de meus inúmeros contatos com a Unesp, inclusive através de advogados quando vi que não havia chance para o diálogo, o livro, que era para ser uma homenagem à memória de meu irmão, continua circulando como tradução minha.

“Sou tradutora profissional há muitos anos e, como é inevitável, vivi algumas (poucas) situações desagradáveis com editoras ao longo da trajetória. Mas nunca tinha vivido nada tão triste, nunca tinha sentido tamanha impotência… Tento então, num trabalho de formiguinha, desfazer o equívoco quando possível.
Obrigada.”

Parte inferior do formulário

 

 

Mikrocenter-Claro, uma associação fraudulenta

terça-feira, 3 de março de 2009

Por Franklin Jorge, Editor.

www.franklinjorge.com

Em caráter excepcional, os colaboradores de “Babélia”, canal que integra o nosso site, passarão a publicar temporariamente nesta página até que alguns persistentes problemas técnicos tenham sido resolvidos.

Nossos problemas começaram com um ataque de vírus seguido, mais recentemente, pela má qualidade dos serviços de conexão fornecidos pela Claro através da Mikrocenter, que por sua vez tem se mostrado incapaz de resolvê-los satisfatoriamente e com a necessária urgência requerida por uma publicação que já conquistou o respeito dos leitores, sendo acessada, em apenas seis meses, por mais de 63.000 internautas interessados em jornalismo cultural e articulismo político independentes da bitola do convencionalismo e da subserviência a grupos e partidos. Acessos, aliás, auditados automaticamente e que podem ser comprovados no rodapé de cada página do site ou à direita do blog “O Santo Oficio”, abaixo da coluna de publicidade. Número que ultrapassa folgadamente a tiragem diária de todos os jornais em circulação no Rio Grande do Norte.

Apesar das reclamações feitas a funcionários da Mikrocenter que, incapazes de agir em busca de soluções para o problema, responsabilizam a operadora Claro, sem estabelecerem prazos e sem fazerem as verificações necessárias na rede que se notabiliza por sua baixa conectividade. São mais de dez dias sem serviço na rede que serve ao meu endereço na Boa Vista, o que tem me obrigado a recorrer sistematicamente às lan houses o que tem encarecido significativamente a manutenção desta publicação.

Contudo, apesar da incompetência e da forma antiprofissional que caracteriza essa suspeitosa parceria entre a Mikrocenter e a operadora Claro, assumimos com os nossos leitores o compromisso de mantermos esta publicação acessível através de outras prestadoras de serviço mais qualificadas.

Estamos recorrendo a esta medida extrema para forçarmos a Mikrocenter-Claro a nos dar explicações com a devida urgência. Além disso, responsabilizaremos a Mikrocenter-Claro de acordo as leis que protegem o consumidor, pois que se têm mostrado incompetentes e indiferentes a direitos consagrados já pelo uso em todo o País.