Arquivo da Categoria ‘Denúncia’

‘FARDA JUSTA’

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Exército é acionado para abrir IPM e apurar separatismo e milícia indígena na Reserva Raposa do Sol

Por Jorge Serrão, do blogue Alerta Total

O Comandante Militar da Amazônia, General de Exército Luiz Carlos Gomes Mattos, foi oficialmente acionado a determinar a instauração de um Inquérito Policial Militar, para apurar e, se for o caso, “processar os responsáveis pelo Movimento Separatista dos Traidores da Raposa Serra do Sol – Roraima – Brasil”. O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, comandado pelo General Jorge Félix, já se preocupa com as repercussões políticas do IPM Raposa do Sol. No Planalto, a ordem é abafar o caso.

O advogado Antônio José Ribas Paiva, presidente do grupo de estudos estratégicos União Nacionalista Democrática (UND), protocolou o pedido de IPM ao Exército, na terça-feira passada, às 13h 08min, na sede do CMA, em Manaus. Como o Exército tem a obrigação constitucional de Garantia da Lei e da Ordem em áreas de demarcação indígena, o General Mattos tem toda competência e obrigação legal de instaurá-lo. Só não o fará se sofrer pressão política contrária.

O pedido protocolado pela UND, fatalmente, vai parar no Alto Comando do Exército. A decisão final virá de cima, do Forte Apache e do GSI, em Brasília. O General Mattos, a quem cabe diretamente abrir o IPM, vai consultor seu superior, de mesma patente, o Comandante do Exército, General Enzo Perri. O Exército fica de “farda justa” para abrir o inquérito sobre a ação de movimentos separatistas e operação ilegal da milícia indígena autointitulada “Polícia Indígena do Alto Solimões (Piasol)”, na reserva “Raposa do Sol”.

Até agora, não houve um desmentido oficial para a informação veiculada no final de mês de julho. Mesmo que as fontes fossem um relatório oficial da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e o próprio superintendente da PF no Amazonas, delegado Sérgio Fontes. O policial denunciou, inclusive, que a Piasol é uma organização paramilitar formada por ex-integrantes do Exército Brasileiro.

No pedido para instauração de IPM, o advogado Antônio Ribas lembra que o art. 142 da Constituição Federal, elege como destinação fundamental das Forças Armadas “a defesa Pátria e a garantia dos poderes constitucionais” e, subsidiariamente às forças policiais estaduais, a garantia da lei e da ordem, somente nesse caso, por iniciativa dos poderes constitucionais. Ribas também destaca que “os crimes praticados pelos traidores de Roraima, são capitulados no Código Penal Militar e, portanto devem ser apurados pela Polícia Judiciária Militar, desse Comando Militar da Amazônia”.

O presidente da UND frisa que a incitação ao separatismo é prática, do tipo penal, descrita no artigo 142 do Código Penal Militar: “Tentar: I) Submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania de país estrangeiro; II) Desmembrar, por meio de movimento armado ou tumultos planejados, o território nacional, desde que o fato atente contra a segurança externa do Brasil ou a sua soberania; III) Internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do território nacional”. A pena para tais crimes é de reclusão, de quinze a trinta anos, para os cabeças; de dez a vinte anos, para os demais agentes”.

O advogado Antônio Ribas também explicou os traidores de Roraima e seus aliados internacionais sujeitam-se às penas do artigo 357 do mesmo código, por atentarem contra a soberania do Brasil – “Praticar o nacional o crime definido no art 142: Pena: Morte grau máximo, reclusão, de vinte anos, grau mínimo”. Antônio Ribas conceitua que tais ações praticadas por nacionais e estrangeiros em Roraima são atos de guerra e, configuram a chamada “guerra de 5ª geração” – definida pela UND como “toda tentativa de origem externa, por quaisquer meios, que objetive minar o cenário político – econômico – tecnológico – psicossocial – ambiental – militar, e a soberania de um país, através de agentes internos ou externos”.

Gravidade das denúncias

No relatório, a Abin adverte ao GSI que governos estrangeiros e ONGs têm interesse e dão apoio ao Conselho Indígena de Roraima em sua ação para defender, abertamente, a ampliação e demarcação de outras áreas indígenas.

A Abin destaca, no relatório, que a Intenção do CIR é transformar a reserva Raposa do Sol no primeiro território autônomo indígena do Brasil.

A Abin teme que o próximo Congresso (ou o atual, a toque de caixa, no apagar das luzes) ratifique a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, assinada em 2007, pelo governo brasileiro, na ONU, que dá status de “independência” aos territórios indígenas.

Atualmente, as 32 “nações indígenas” de Roraima ocupam 46% da área daquele Estado sob ameaça de ser “brasileiro” apenas do ponto de vista formal.

A regra é clara
O Comando Militar da Amazônia tem a obrigação legal de mandar apurar o caso, já que foi acionado oficialmente.

Antônio Ribas assinala que o Código de Processo Penal Militar, na alínea e do artigo 10, complementando a matéria constitucional, descreve que o IPM pode ser iniciado a requerimento da parte ofendida, ou de quem tenha conhecimento de infração.

Como a UND tomou conhecimento do crime cometido em Roraima, resolveu apelar ao EB para seguir o que está escrito no artigo 9° do CPPM.

Investigue-se
O artigo 9° determina que a finalidade do inquérito policial militar é a instrução provisória que enseje a propositura da ação penal.
Portanto, basta ao CMA iniciar o IPM, por portaria da autoridade competente.
Antônio Ribas também deixa claro que o Código de Processo Penal Militar estabelece o Exercício da polícia judiciária militar em seu artigo 7º:
“A polícia judiciária militar é exercida nos termos do art 8º, pelas seguintes autoridades, conforme as respectivas jurisdições”: d) pelos comandantes de Exército e pelo Comandante – chefe da Esquadra, nos órgãos, forças e unidades compreendidos no âmbito da respectiva ação de Comando; h) pelos comandantes de forças, unidades ou navios”.

A Competência

Antônio Ribas cita o artigo 8º do mesmo código que estabelece a competência da polícia judiciária militar, que se destina:
“a) apurar os crimes militares, bem como os que, por lei especial, estão sujeitos à jurisdição militar, e sua autoria;”
O presidente da UND demonstra, com base nas denúncias da Abin e da PF, que os crimes praticados pelos traidores de Roraima, são capitulados no Código Penal Militar e, portanto devem ser apurados pela Polícia Judiciária Militar, desse Comando Militar da Amazônia.

OS MÉDICOS DA (IM)PREVIDÊNCIA

sábado, 7 de agosto de 2010

Por Francisco Duarte Guimarães

Eu e minha família temos enfrentado uma barra duríssima. Um parente nosso vinha sofrendo de problemas emocionais, tipo estresse, depressão, insônia, essas coisas, em decorrência de seu ambiente de trabalho.

Ocorre que ele trabalha num banco, o Bradesco, há mais de 24 anos. O Bradesco, como todos sabem de cor e salteado, é entre os bancos privados aquele que mais explora seus funcionários e os submete a um rigor e a uma inflexibilidade inimaginável. Coisa de trogloditas esclarecidos.

Nesse tempo todo no banco, ele nunca teve uma falha sequer. Muito pelo contrário. Recebeu vários elogios. Alguns dos quais por escrito e de seus superiores. Algo extremamente difícil hoje em dia. Principalmente quando se trabalha, inclusive manipulando, como ele, com numerários, documentos contábeis, sigilo bancário, dinheiro em espécie, recursos de terceiros etc.

De uns anos para cá, uma gerente descontrolada, sem condições de lidar com pessoas, pois gritava com os funcionários, inclusive na frente de clientes, começou a persegui-lo, humilhando-o pessoalmente, assim como a outros funcionários. Alguns desses outros foram para especialistas, fizeram tratamento, e depois para os médicos da Previdência e assim chegaram a obter alguns dias de afastamento senão a transferência para outra agência.

Mas o nosso familiar, não: dedicado, obcecado pelo trabalho, devotado pelo Bradesco, achava que tudo ia passar e que as coisas iam se restaurando aos poucos, principalmente quando ocorresse a transferência normal e periódica, dentro da instituição, da gerente despreparada. Assim foi tomando seus remédios, buscando ajuda familiar e religiosa, suportando tudo, mas sempre trabalhando.

Ocorre que, poucos dias antes de ser transferida, a gerente inapta pediu, não sem uma pinta de maldade, a demissão dele. Cinco dias após a partida dela e a chegada do novo gerente, este, sem ao menos conhecê-lo direito, entregou-lhe a carta de demissão, que a chamada Diretoria Regional havia deferido sem nenhuma justificativa ou explicação por menor que fosse.

Tudo que estou dizendo, e muito mais, está nos autos do processo, que fez reverter a decisão do banco e o nosso familiar hoje se encontra trabalhando de novo, com todos os seus direitos restaurados e garantidos. Trabalhando, mas num outro setor, pois o Bradesco não suporta que os funcionários busquem os seus direitos - outro golpe baixíssimo do banco.

Ocorre que, apesar de tudo isso, explicadinho, os médicos da Previdência Social, primeiro lhe negaram o benefício, com base num relatório do ambiente de trabalho vergonhoso. Depois, voltaram atrás, por força de uma insistente renovação do pedido e da obviedade da questão.

Agora, não querem caracterizar o caso dele como de doença concebida no ambiente de trabalho (b-91), mas como de uma doença comum (b-31), como qualquer uma dessas que se pegam na rua. E isso apesar da decisão da Justiça do Trabalho e de todos os relatos, prescrições, exames e declarações por escrito de vários médicos, clínicos gerais, dermatologistas, médicos do trabalho e psiquiatras - aliás, entre os médicos da Previdência Social não há um psiquiatra sequer. Muito pelo contrário: eles debocham da Psiquiatria.

Um colega me falou que esse comportamento profissional dos médicos da Previdência faz parte de uma política governamental, agravada pelo atual governo. A mesma afirmação me foi referendada por um membro do Sindicato dos Bancários, que já teve embates feios com médicos da Previdência Social. Será?

UERN: CONCURSO SOB SUSPEITA

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Por Roberto Guedes, jornalista

Motivo de notícias veiculadas por jornais de Mossoró, onde é sediada a instituição, e em blogues e portais, o concurso para contratação de pessoal promovido no último dia 4, domingo, pela Universidade Estadual (Uern) desembarcou na última segunda-feira, 12, no ministério público estadual, que examina a situação e cogita de promover investigação a respeito de irregularidades que teriam viciado o certame.

O desembarque foi promovido em Natal pela psicóloga Danusa Regina Filgueira Beserra Souza, uma mossoroense que reside na capital há alguns anos e deseja passar a trabalhar como psicóloga organizacional da instituição. Acompanhando o noticiário mossoroense a respeito das falhas detectadas no concurso, ela se preocupou ao ler reportagem em que o reitor da Uern, médico, empresário e professor Milton Marques de Medeiros, minimizou as críticas recebidas pelo certame, organizado pela Comissão Permanente do Vestibular (Comperve) da instituição. Nesta hora, Danusa chegou à conclusão de que só conseguiria contribuir para corrigir a situação recorrendo ao ministério público.

Fácil de identificar
Devidamente documentada, ela compareceu à sede da Procuradoria Geral de Justiça, em Candelária, e pediu para que tomassem a termo sua declaração, que encerra com a formalização de pedido para que o “parquet” investigue o concurso a fim de identificar os vícios e ajudar a saná-los.

Entre situações estranhas que permearam a realização do concurso, ela citou o pedido de experiência formulado em edital pela Uern. A princípio, o candidato precisaria comprová-la com a apresentação de carteira do trabalho que demonstrasse contar no mínimo dois anos com registro na forma da lei. Posteriormente, sem qualquer explicação, a Uern reduziu o tempo exigido para um ano.

O mais grave, porém, foram falhas ocorridas no exame em si. No dia do concurso, as provas teriam sido entregues aos candidatos contendo nome e número de inscrição de cada um, “o que pode dar margem para identificação do candidato no momento da correção, proporcionando que o mesmo seja favorecido ou prejudicado”.

Sem papel
Ainda segundo Danusa, na prova de psicologia organizacional, área em que ela possui muita experiência, havia cinco questões discursivas e a Uern não forneceu aos candidatos usarem como rascunho. Diante desta situação, o coordenador do concurso informou que os candidatos deveriam usar as duas últimas folhas da prova para rascunho, pois não haveria mais papel disponível. Vinte minutos depois, outro coordenador lhes transmitiu outra orientação, dizendo que usassem o verso das folhas que já haviam sido entregues. Após reclamações, foram providenciadas mais três folhas para cada candidato, as quais foram grampeadas às provas.

Em relação a outras disciplinas, como as de arquitetura e de serviço social, sobre as quais os candidatos enfrentaram questões objetivas, não havia cartões de resposta, sendo estas entregues na própria prova. Para piorar, candidatos constataram, ao abrir o envelope relativo à prova de arquitetura, que o lacre a protegê-lo era o do Sedex, serviço da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), e não o da Comperve.

Pressa na divulgação
Ainda por cima, a Uern não forneceu o espelho da prova nem o respectivo gabarito oficial no caso da parte objetiva do exame. E como ápice da sucessão de problemas criados pela comissão, a entidade não divulgou corretamente o resultado do concurso.

Segundo Danusa, as folhas com os resultados foram afixadas nos murais da instituição, no último dia 4, domingo, já à noite, quando a universidade se encontrava fechada. De acordo com o edital do concurso, o resultado deveria ser conhecido em até 72 horas após a realização das provas, com direito a recurso em até 24 horas após a publicação. A aposição das folhas com os nomes dos aprovados em plena noite do domingo fez com que este prazo se esgotasse na segunda-feira.

Quando o resultado saiu, a candidata já estava a caminho de Natal, deixando uma colega como sua procuradora para cuidar de seus interesses em face do concurso. Ao saber que a Uern havia afixado as folhas de papel em suas paredes, a procuradora da psicóloga se dirigiu à sede da instituição e na segunda-feira 5 compareceu duas vezes à sede da Comperve, solicitando cópia da prova, para recorrer nos termos do edital. A Comperve, porém, se negou a fornecê-la. De Natal, ela interpôs recurso na terça-feira, e a comissão respondeu apenas confirmando o recebimento da mensagem, sem, conduto, pronunciar-se sobre o mérito da questão.

Segundo Danusa, vários outros candidatos têm situações significativas a apresentar no sentido de mostrar que as falhas comprometeram seriamente o concurso. Uma cientista social com doutorado se chocou ao saber que seu título de quarto nível contava menos pontos do que a participação em cursos de extensão, de vinte horas-aulas, o que se choca com a necessidade enfrentada pela academia de procurar o pessoal mais qualificado.

A EDUCAÇÃO ‘VERDE’

terça-feira, 11 de maio de 2010

SUGESTÃO DE PAUTA ENVIADA POR UMA PROFESSORA

Por Franklin Jorge

Recebi de uma amiga de muitos anos, educadora vacacionada, uma sugestão de pauta que me pareceu pertinente. Reproduzo abaixo suas palavras, sem citar seu nome, poiis temo que em um governo que processa jornalistas ela - uma humilde e dedicada pedagoga - venha a sofrer retaliações.

Eis o que ela escreveu:

Caro Franklin,
Passo-lhe algumas informações sobre a Educação Municipal, que talvez possam ser aproveitadas em uma matéria. Se for possível, escale um repórter para acompanhar o dia de um professor da rede municipal de ensino e você terá uma grande matéria.

Na última greve de professores, a prefeita Micarla de Sousa prometeu dar um “reajuste” salarial de 5% no mês de abril. Não cumpriu a palavra.

A merenda em casa - programa politiqueiro que ela arranjou para angariar votos junto a população mais carente - está suspenso. O merenda em casa consiste em um complemento alimentar distribuído aos alunos uma vez por semana. Ocorre que os próprios alunos repudiam o alimento, que acabam vendendo por R$ 0,50 . Juntam o dinheiro para ter acesso as Lan Houses.

A estrutura física das escolas é uma lástima. O Ministério Público obriga as escola a receberem alunos “especiais”, mas não obriga a prefeitura a fazer as adequações que estes alunos necessitam, bem como não obriga a prefeitura na especialização de profissionais que saibam como lidar com eles. O resultado disso é que as escolas estão cheias de crianças com problemas mentais, deficientes físicos,sem sanitários adequados a estes.

Na escola que eu trabalho, por exemplo, existem vários doentes mentais, e o ensino [destinado] a eles é feito na base do improviso, graças a boa vontade dos professores, porque o Curso de Pedagogia não ensina como lidar com essas crianças.

Além disso, as condições de trabalho dos professores são de alta periculosidade. Está fazendo um calor infernal e os ventiladores colocados no “tempo do ronca”, não funcionam. Os que ainda funcionam, fazem um barulho infernal que os professores preferem mantê-los desligados.

O Ministério Público também obriga as escolas, a formarem uma sala com 35 alunos, mas não obriga a prefeitura a construir salas que comportem tal número de alunos. O resultado é que o professor fica literalmente sem ter espaço para andar dentro da sala, devido a enoooooooooorme quantidade de carteira espalhadas dentro da sala. A acústica é problema infernal. A salas tem eco e quando os meninos começam a conversar, não há quem aguente o barulho.

Outra coisa estranha é o fardamento das crianças com a logomarca da prefeitura e as cores do partido da prefeita. Sempre achei muito estranho o MP não tomar qualquer providência com relação a isso, porque as crianças são alunas de uma escola e não da prefeitura. Então, por que a farda tem a logomarca da prefeitura?

Na administração de Micarla, até as carteiras que estão estão sendo enviadas para as escolas, são verdes e pouco funcionais. De tão pequenas, comportam somente um caderno. O livro fica sobre as pernas das crianças.

Espero que estas informações possam contribuir para o seu trabalho.

Abraços,

UERN DESVIRTUA PRO-JOVEM

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Por Franklin Jorge

O Pro-Jovem, programa financiado pelo governo federal e administrado no Rio Grande do Norte pela Universidade Estadual, transformou-se -com a cumplicidade do reitor Milton Marques - em braço eleitoral da ex-governadora Wilma de Faria.

As denuncias são muito graves. Recentemente uma funcionária foi demitida em Parnamirim por recursar-se a servir comida estragada aos jovens beneficiários do programa.

Os núcleos instalados nos municipios de Parnamirim, São Gonçalo e Estremoz se tornaram-se em moeda eleitoral da deputada Márcia Maia, que disputa desesperadamente a reeleição.

Leia a continuação deste artigo depois.

SINDJORN CONTRA JOSÉ AGRIPINO

domingo, 15 de novembro de 2009

Prezados colegas.

 

SENADOR JOSÉ AGRIPINO MAIA É CONTRA A PEC DOS JORNALISTAS

 

No site da Federação Nacional dos Jornalistas – www.fenaj.org.br, do lado direito, tem o placar da Proposta de Emenda Constitucional e Cidadania – PEC 33/09 (na cor azul – com o título acompanhe o placar do diploma na CCJC do Senado), que deverá ser votada na próxima quarta-feira, dia 20.

 

Nesse placar 21 senadores são a favor; 20 estão em dúvida e 04 são contra. Ao abrir, mostra a foto dos políticos, o Partido e o endereço eletrônico de cada um dos 45 membros que compõem a CCJC.

 

O único parlamentar do Rio grande do Norte que faz parte da CCJC como suplente, tem direito a voto e já afirmou sr contra a aprovação da PEC dos Jornalistas, é o senador José Agripino – DEM/RN

 

Envie um e-mail para os “nobres” senadores, em especial o senador José Agripino – jose.agripino@senador.gov.br, repudiando e mostrando sua indignação. Lembre que você, como jornalista, também é eleitor. Lembre também na próxima eleição, quando José Agripino precisar do seu voto e de milhares de norte-rio-grandenses para tentar se reeleger, que ele foi contra a aprovação da PEC que vai resgatar a exigência do diploma para o exercício da profissão.

 

Conto com a atenção de todos os jornalistas que defendem o diploma, encaminhando essa notícia para sua lista de amigos. Como também, envie e-mails, divulgue essa notícia em seu blog, coluna ou tiwitter, para que todos saibam e lembrem sempre, que o senador José Agripino é contra a PEC do diploma.

 

Faça a sua parte e lute pela defesa do diploma. Se cada um, entre os mais de 1000 jornalistas do Rio Grande do Norte, fizerem um trabalho de pressão e cobrança junto ao senador José Agripino, acredito – com toda boa vontade - que ele talvez venha a repensar a sua posição, o seu voto. Talvez até venha a sentir vergonha e constrangimento em ser contra PEC e os jornalistas diplomados do RN.

 

Atenciosamente,

Nelly Carlos Maia

Pte. Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte - Sindjorn    

A ÚLTIMA DA UERN

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Por Franklin Jorge

Natal - A Universidade Estadual (UERN) está administrando o Pro-Jovem, programa social do governo federal, desde 2008, quando promoveu concurso público para contratar professores e pessoal administrativo.

Até aí, tudo bem. Entende-se que uma universidade tenha capacidade para administrar projetos, pelo menos é o que acontece noutras instituições do genero.

Porém, cumprindo a sina de meter-se em situações duvidosas, a UERN começou atrasando em tres meses o pagamento das pessoas que haviam passado no concurso, realizado em dezembro de 2008, e por isso tiveram direito a uma verba de R$ 1.000 durante o treinamento, dinheiro pago tres meses depois da conclusão do aprendizado.

Mas o mau costume tornou-se rotineiro e os salários, propriamente ditos, sempre foram pagos irregularmente, ao contrário do que manda a lei que estabelece uma data certa para pagamentos, geralmente, no serviço público, até o quinto dia do mes seguinte. Durante todos esses meses, apenas o mes de junho foi pago nesse dia. E, embora agosto já esteja chegando ao fim, o mes de julho ainda nao foi pago nem há previsão. Em meses anteriores o pagamento variou: em uns foi pago no dia 20, noutros no dia 25 ou 30 do mes seguinte.

Por que?

Perguntam-se com justa razão os funcionários do Pro-Jovem que não tem a quem apelar, mas desconfiam que o atraso não é do governo federal.

A única certeza que têm é que o problema vem se agravando, pois a má administração do Pro-Jovem péla UERN não se limita apenas à irregularidade do pagamento dos salários, mas ao verdadeiro calvário burocrático a que se submetem todos os meses: tirar certidões negativas para provar que não devem nada aos governos federal e estadual. Uma verdadeira penitencia que põe em destaque o espirito burocrático da administração.

No plano fisico, o projeto também funciona mal. Está instalado em dependencias do CAIC de Parnamirim. Todos reclamam que não há banheiros para professores e alunos e as salas destinadas as aulas estão em petição de miséria. Como se vê, são péssimas as condições de trabalho.

As reclamações se estendem, ainda, à coordenadora administrativa do projeto, de nome Fátima, que é a inação em pessoa e uma verdadeira nazista para cobrar dos servidores e nenhuma capacidade para solucionar problemas. É uma autentica “Pai João” (como costumam dizer dos preguiçosos nossos vizinhos os cearenses).

UERN TAMBÉM TEM “ATOS SECRETOS”

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Por Franklin Jorge 

Mossoró – Mais um escândalo bombardeia o telhado de vidro da Universidade Regional do Rio Grande do Norte (UERN). Trata-se agora de “atos secretos”, alguns deles produzidos muito antes do Senado Federal dar este mau exemplo que se tornou objeto de comentários da imprensa internacional.

Em Mossoró, a prática seria mais antiga e está sendo investigada pelo Ministério Público que está passando um minucioso pente fino sobre o assunto que deixa o atual e outros ex-reitores da UERN de calças curtas.Segundo nota publicada no blog do professor José Ronaldo, assinada pelo seu colega Francisco Piolho, ambos do Departamento de Física da UERN, é muito provável que dezenas de empregos tenham sido criados através de portarias que simplesmente não tiveram documentação formal. Tudo ao arrepio da lei, sem fazer inveja ao Senado.

A noticia repercutiu, embora timidamente, na imprensa mossoroense e mereceu registro do blogueiro Carlos Santos, que assina uma das publicações mais lidas e de maior influencia da blogosfera.

Na sua coluna Opinião, publicada no jornal O Mossoroense (09/07), o jornalista Emery Costa repercutiu o post da Coluna do Herzog sobre os possíveis “atos secretos” na UERN. Ele escreveu o seguinte:

 Atos Secretos“Leio Carlos Santos informando que os tais atos secretos foram detectados na Uern. Segundo o tão lido blogueiro, o Ministério Público já está de posse de levantamento desses tais atos que alcançam período mais remoto da gestão da entidade. Não é coisa dos tempos atuais. Retroage no tempo e no espaço.

“Nomeações

“Ainda segundo Carlos Santos, o que ocorreu na Uern é coisa de fazer inveja aos senadores. Os atos secretos foram utilizados em demasia e, por esse meio, teriam sido feitas dezenas de nomeações. Carlos Santos acrescenta que o Ministério Público já estaria de posse de dados irrefutáveis nesse sentido.

Esse assunto, que desponta de forma ainda acanhada na imprensa, deverá render um bocado.”

 

 

 

 

É mais um escândalo duma série que parece interminável e que expõe a nossa universidade estadual ao severo julgamento da opinião pública. E tudo começou durante o recente processo eleitoral, quando esta publicação “O Santo Oficio” passou a investigar a UERN a partir de denuncias envolvendo o seu atual vice-reitor, o professor doutor Aécio Cândido, que tem se conduzido de maneira questionável em diversos aspectos, a começar pela validade do seu titulo de “professor doutor”, o primeiro obtido, sem defesa de tese, numa universidade do Canadá. Desde então, as denuncias se sucedem de maneira progressiva e inquestionável, como a existência de “contratos provisórios” que duram já há 18 anos.

 

 

 

UERN: falta segurança no Núcleo de Umarizal

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Transcrito do Blog do Prof. José Ronaldo


Os alunos do núcleo da UERN em Umarizal estão sem aulas. Os professores paralisaram suas atividades em função da falta de segurança na viagem para aquele núcleo. Os docentes já foram vítimas de três assaltos, tendo o último ocorrido na quinta-feira 07/05.Assaltos a carros da UERN naquela região têm sido freqüentes. Os assaltantes já chegaram a atirar contra um carro que transportava professores do Campus de Pau dos Ferros.

Para retornarem às suas atividades os docentes exigem que sejam tomadas medidas que garantam uma viagem segura. Outra opção é a disponibilidades de um local para que eles possam pernoitar em Umarizal.

 

DOROTHÉE DENUNCIA EDITORA UNESP

segunda-feira, 23 de março de 2009

Da Redação

A tradutora profissional Dorothée de Bruchard, em e-mail enviado a esta página em 22 de março, referindo-se ao artigo de Franklin Jorge sobre o filósofo francês Vauvernagues aqui publicado, esclarece que não é a autora da tradução mas o seu irmão Hely de Bruchard, já falecido.

Sua denúncia é muito grave, pois envolve uma editora de prestigio no meio acadêmico, a UNESP, que fica devendo assim esclarecimentos à opinião pública e uma satisfação a Dorothée, vitima da má fé de uma instituição que devia pautar-se pela transparência e respeito devido aos direitos do autor.

Abaixo transcrevemos na íntegra a correspondência:

Dorothée de Bruchard disse: 22 de março de 2009 às 10:03  – “A tradução das Máximas de Vauvenargues não foi feita por mim, e sim por meu irmão, HELY DE BRUCHARD, falecido em 1991, aos 25 anos. Pela antiga editora Paraula, publiquei sua tradução (edição bilíngue, 1993), como forma de honrar sua memória.


“Quando a Editora Paraula encerrou as atividades, em 2000, a editora da UNESP interessou-se em reeditar a obra - feliz por perpetuar o trabalho do meu irmão, cedi-lhe os direitos da tradução.
Em 2007, era publicada a edição da Unesp que você menciona.

“A edição da Paraula, tal como traduzida por Hély, seguia a edição francesa revisada e aprovada por Vauvenargues antes de morrer. A Unesp optou por reinserir as máximas que haviam sido eliminadas pelo autor, pedindo a Fulvia Moretto que fizesse a tradução e o prefácio.

“E, EQUIVOCADAMENTE, atribui a mim a tradução. Apesar de meus inúmeros contatos com a Unesp, inclusive através de advogados quando vi que não havia chance para o diálogo, o livro, que era para ser uma homenagem à memória de meu irmão, continua circulando como tradução minha.

“Sou tradutora profissional há muitos anos e, como é inevitável, vivi algumas (poucas) situações desagradáveis com editoras ao longo da trajetória. Mas nunca tinha vivido nada tão triste, nunca tinha sentido tamanha impotência… Tento então, num trabalho de formiguinha, desfazer o equívoco quando possível.
Obrigada.”

Parte inferior do formulário

 

 

Mikrocenter-Claro, uma associação fraudulenta

terça-feira, 3 de março de 2009

Por Franklin Jorge, Editor.

www.franklinjorge.com

Em caráter excepcional, os colaboradores de “Babélia”, canal que integra o nosso site, passarão a publicar temporariamente nesta página até que alguns persistentes problemas técnicos tenham sido resolvidos.

Nossos problemas começaram com um ataque de vírus seguido, mais recentemente, pela má qualidade dos serviços de conexão fornecidos pela Claro através da Mikrocenter, que por sua vez tem se mostrado incapaz de resolvê-los satisfatoriamente e com a necessária urgência requerida por uma publicação que já conquistou o respeito dos leitores, sendo acessada, em apenas seis meses, por mais de 63.000 internautas interessados em jornalismo cultural e articulismo político independentes da bitola do convencionalismo e da subserviência a grupos e partidos. Acessos, aliás, auditados automaticamente e que podem ser comprovados no rodapé de cada página do site ou à direita do blog “O Santo Oficio”, abaixo da coluna de publicidade. Número que ultrapassa folgadamente a tiragem diária de todos os jornais em circulação no Rio Grande do Norte.

Apesar das reclamações feitas a funcionários da Mikrocenter que, incapazes de agir em busca de soluções para o problema, responsabilizam a operadora Claro, sem estabelecerem prazos e sem fazerem as verificações necessárias na rede que se notabiliza por sua baixa conectividade. São mais de dez dias sem serviço na rede que serve ao meu endereço na Boa Vista, o que tem me obrigado a recorrer sistematicamente às lan houses o que tem encarecido significativamente a manutenção desta publicação.

Contudo, apesar da incompetência e da forma antiprofissional que caracteriza essa suspeitosa parceria entre a Mikrocenter e a operadora Claro, assumimos com os nossos leitores o compromisso de mantermos esta publicação acessível através de outras prestadoras de serviço mais qualificadas.

Estamos recorrendo a esta medida extrema para forçarmos a Mikrocenter-Claro a nos dar explicações com a devida urgência. Além disso, responsabilizaremos a Mikrocenter-Claro de acordo as leis que protegem o consumidor, pois que se têm mostrado incompetentes e indiferentes a direitos consagrados já pelo uso em todo o País.